Cheguei a Riga às três da manhã! Em Tel Aviv tinham dito que bastaria contactar a Air Baltic quando chegasse a Riga, para tratar do voo de ligação para Berlim, mas esqueceram-se do promenorzinho da hora. Às três da manhã, não há ninguém no aeroporto para além do pessoal de segurança, muito menos da Air Baltic - estava tudo fechado, quase deserto, luzes apagadas - parecia que tinha caído num filme série B... depois de umas voltinhas a confirmar o óbvio, que não havia ninguém, conformei-me e juntei-me aos poucos passageiros que pareciam estar em situação semelhante, sentados ou deitados na escuridão do terminal. Dormi um bocadinho no voo de Tel Aviv e tinha comido, por isso sentia-me razoavelmente bem, e limitei-me a esperar...
O balcão de informações do aeroporto abriu às quatro, e serviu para me dizerem o que eu já sabia, que tinha que falar com a Air Baltic, cujo balcão abria às cinco. De facto abriu pontualmente às cinco e deram-me o bilhete para o voo que sai às sete para Berlim... a menina da Air Baltic ficou espantadíssima por eu vir de Tel Aviv sem bagagem (só trouxe bagagem de mão) - na verdade quando saí de casa até eu me espantei como ía tão leve, só trouxe a mochila do costume (com o computador e todas as coisas de trabalho) e uma mochila pouco maior (mas com rodinhas) com o resto (e acho que não exagero se disser que a mochila do trabalho é a mais pesada). Como eu respondi à menina do check-in, (que estava sem grande paciência), "é mais do que suficiente para uma semana" - espero que sim... acho que quanto mais ando de um lado para o outro cada vez preciso de menos coisas, suponho que uma pessoa se habitua a minimizar a tralha...
O aeroporto aqui é engraçado, faz-me lembrar muito Copenhaga (de repente deu-me para ter saudades dos meus tempos na Dinamarca, deve ser da falta de sono, que já não funciono bem... Agora estou à espera para embarcar, sentada junto a uma das poucas fichas que consegui encontrar para carregar o portátil - tenho desenvolvido ao longo do tempo um sentido especial para encontrar fichas para carregar o portatil nos aeroportos; em geral há sempre, apesar de muitas vezes ser difícil de as encontrar, por isso já me habituei a percorrer as paredes com olhar clínico, e a maior partes das vezes consigo um slot para alimentar o meu bichinho.
Aqui está frio! Quando cheguei disseram que estavam 5 graus, mas suponho que no fim da madrugada estivesse ainda menos... e pensar que ainda há algumas horas atrás estava a queixar-me do calor em Tel Aviv! agora já troquei os crocs por meias e sapatilhas, e estou tão agasalhada quanto possível, além do polar vesti o impermeável, mas mesmo assim não tenho calor nenhum... espero que em Berlim esteja mais quentito! Já sinto falta do calorzinho de Israel...
O balcão de informações do aeroporto abriu às quatro, e serviu para me dizerem o que eu já sabia, que tinha que falar com a Air Baltic, cujo balcão abria às cinco. De facto abriu pontualmente às cinco e deram-me o bilhete para o voo que sai às sete para Berlim... a menina da Air Baltic ficou espantadíssima por eu vir de Tel Aviv sem bagagem (só trouxe bagagem de mão) - na verdade quando saí de casa até eu me espantei como ía tão leve, só trouxe a mochila do costume (com o computador e todas as coisas de trabalho) e uma mochila pouco maior (mas com rodinhas) com o resto (e acho que não exagero se disser que a mochila do trabalho é a mais pesada). Como eu respondi à menina do check-in, (que estava sem grande paciência), "é mais do que suficiente para uma semana" - espero que sim... acho que quanto mais ando de um lado para o outro cada vez preciso de menos coisas, suponho que uma pessoa se habitua a minimizar a tralha...
O aeroporto aqui é engraçado, faz-me lembrar muito Copenhaga (de repente deu-me para ter saudades dos meus tempos na Dinamarca, deve ser da falta de sono, que já não funciono bem... Agora estou à espera para embarcar, sentada junto a uma das poucas fichas que consegui encontrar para carregar o portátil - tenho desenvolvido ao longo do tempo um sentido especial para encontrar fichas para carregar o portatil nos aeroportos; em geral há sempre, apesar de muitas vezes ser difícil de as encontrar, por isso já me habituei a percorrer as paredes com olhar clínico, e a maior partes das vezes consigo um slot para alimentar o meu bichinho.
Aqui está frio! Quando cheguei disseram que estavam 5 graus, mas suponho que no fim da madrugada estivesse ainda menos... e pensar que ainda há algumas horas atrás estava a queixar-me do calor em Tel Aviv! agora já troquei os crocs por meias e sapatilhas, e estou tão agasalhada quanto possível, além do polar vesti o impermeável, mas mesmo assim não tenho calor nenhum... espero que em Berlim esteja mais quentito! Já sinto falta do calorzinho de Israel...





