Pois é... segundo um artigo que li esta semana na newsweek ("Sad brain, Happy brain"), estudos recentes de neurociência cognitiva mostram que os sentimentos amorosos são acompanhados por uma redução considerável da actividade cerebral em partes do cérebro associadas ao raciocínio e na amigdala, ao mesmo tempo que aumenta a actividade neurotransmissora em circuitos associados a emoções de ligação afectiva e recompensa... pelos vistos, o velho adágio de que o "amor é cego" parece ter alguma base científica...
4 days ago

