É mais um daqueles livrinhos que faz com que a economia pareça um tópico mais interessante do que se julga habitualmente. Definitivamente, palavras como mercados, incentivos e sinais não voltam a ter o mesmo significado depois de ler este livro. Gostei mais de umas partes do que outras... apreciei a discussão sobre os incentivos não financeiros (não é nada de novo, mas acho giro ler de qualquer maneira) e sobre como ser verdadeiramente generoso (o exemplo dos pedintes em Calcutá é um bocadinho extremo, mas acaba por ser útil como paradigma)... Já as digressões pelo mundo da arte e da cozinha étnica já não achei tão apelativas, mas dava para notar que o autor era um entusiasta, e por isso acabam por funcionar bem como exemplos ilustrativos das teses do livro.